Acabei de ir agora ao teu blog. Achei o texto bom, digo desde ja.
Gostei particularmente da parte em que dizes que eu te odeio, mais ou menos isto:
"mesmo que me afirmes que me odeias,mesmo que me culpes de tudo,mesmo que reajas da pior maneira comigo,mesmo que faças de mim um trapo,mesmo que faças de mim um ser inexistente,eu vou-te sempre perdoar e vou-te sempre dizer, que gosto muito de ti,como no primeiro dia,no primeiro dia em que nos conhecemos."
E fiquei pasmada! Nao so como simples facto de dizeres que te faço tanto mal e ao que parece nem me chego perto de ti, mas tambem com a parte em que dizes que me vais perdoar.
Agora explica-me porque realmente nao estou a entender.
Eu nao vou querer mais o teu perdao, nao tens mais que mo dar. Eu nao estou a espera que me perdoes. EU NAO TENHO QUE TE PEDIR DESCULPA DE NADA!
Posso-te dizer que separei-te de mim porque descobri muita coisa, posso dizer-te que custou e ainda doi muito. Posso dizer-te que hoje passei a aula toda a olhar para o teu cabelo e em como eu brincava com ele! E posso-te ainda dizer que, nao quero o teu perdao nem as tuas desculpas para nada, nao tenho que me desculpar de nada e que estas errada. E se tens essa esperança, em como eu te peça desculpa, meu deus, estas mesmo longe do real.
Foste tu que me magoaste, que me traiste.
Mas ainda hoje eu passo as aulas a olhar para os caracois loiros desse cabelo, esses olhos verdes bonitos e a lembrar-me dos magnus de chocolate branco.
A verdade e que doi, mas ha-de passar.
Nao te quero esquecer por completo, quero apenas apagar da minha memoria isto tudo que nos matou, mas sem esquece-lo.
Agora ve se entendes, eu nao quero o teu perdao para rigorosamente nada e continuo a chorar por ti. Nao e ironico?
- PS: nao sei o que se passa mas estou sem acentos.
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