domingo, março 27

nao acredito como e que ele o fez, como e que em tanto tempo me atirou a cara tanta merda , tantas desconfiancas, tanta merda. nao entra na minha cabeça. nao e o facto de ter acontecido o que aconteceu que me magoou, e o simples facto de ele ter olhado nos meus olhos tantas vezes e me ter atirado a cara tanta coisa. nao me cabe na cabeça como e que ele teve coragem te chorar por desconfiar de mim, o que me magoou foi o simples facto de ele ter sido tao cobarde ao ponto de nunca me ter dito.
o que me magoou foi saber que se passou tanto tempo e ele nunca me disse nada.
como e que se passaram estes meses todos como e que nunca me disse nada como porque
com que direito me atirava ele tudo o que queria a cara com que direito me olhavas nos olhos e dizias que me amavas com que direito poderias desconfiar de mim com que direito me podes magoar assim
que moral tens tu diz-me que moral tens tu para teres este poder de me fazer chorar
nunca te autorizei a brincar com os meus sentimentos nunca te autorizei a arracares o meu coraçao e brincares com ele agora diz-me porque
porque tinhas tanto medo que eu te estivesse a mentir se eu sempre te disse a verdade porque deixaste todo o mundo pensar que eu fiz o que nao fiz porque deixaste o meu mundo desabar e nao o seguraste
porque deixaste todo o mundo ver  o que nao correspondia a verdade porque deixaste todo o mundo pensar o que nao era verdade porque nao mo disseste porque nao me disseste numa das vezes em que olhaste nos meus olhos dizme porque
como e que se e tao corajoso ao ponto de me esconder isto tanto tempo como e que se e tao cobarde para nunca me teres dito
tens a mais pequena noçao de como me senti do que provocaste em mim
estou morta, estou sem reaçao mataste-me mataste-nos com um grande punho nas costas mataste-nos
 morremos matasteme morri nao merecia nada, nao merecia nada disto nada matasteme cobarde, matasteme cobarde matasteme cobarde matasteme

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