sábado, junho 18

Não sei o que aconteceu.
Estás bruto, mais do que alguma vez foste. Não te reconheço, não sei o que te fizeste mas não és o mesmo puto que eu conheci.
Há 3 anos tu eras aquele ser indefeso que já sabia tudo o que havia por saber. Eras aquele ser pequeno mas muito grande ao mesmo tempo.
Sabes, apaixonei-me por ti muito antes de tu saberes. Muito antes de conseguir saber mesmo.
Apaixonei-me pela tua forma de ser que ainda hoje me cativa. Apaixonei-me pelos teus traços feições, pelo que tu és. Já te disse muitas vezes que pensei nos primeiros dias que não havia aquele 'amor', que era apenas uma amizade colorida. Aliás, eu posso dizer que naquela altura nem fazia a mais pequena ideia do que era amor. Mas hoje sei e se o sei, devo-to a ti!
Tu ensinaste-me todos os dias mais um pouquinho do que era este sentimento que cresceu mutuamente connosco. Aprendi contigo o que era amar de verdade, precisar de alguém e sentir a verdadeira falta dessa pessoa. E orgulho-me muito disso, orgulho-me muito mesmo. Orgulho-me de sabe-lo hoje, por ti. Porque foi contigo que eu aprendi.
Também sabes que eu não pensei que o nosso amor, a nossa história crescesse assim tão rapidamente e tão importante assim.
Hoje eu posso dizer que sei o que é o primeiro grande amor e ao mesmo tempo posso dizer que o meu primeiro grande amor é o meu verdadeiro amor! Não há muitas pessoas que o consigam dizer, portanto eu orgulho-me de o dizer e orgulho-me ainda mais de dizer que tu és o meu primeiro grande e verdadeiro amor! Tu e apenas tu.
Agora eu sei pelo que passaste e não me orgulho disso. Foram meses e meses e é com isto que eu te posso provar que tu és a pessoa mais forte que eu alguma vez vi e conheci.
Deste-me o que nunca ninguém me deu. Fizeste de mim o que nunca ninguém fez. Partilhámos um com o outro o que nunca tínhamos antes partilhado e amámos como nunca antes tínhamos amado. Amo, como nunca antes amei. Já para ti, a história é outra.
Aceitar o facto de que desististe de nós, de mim que era a tua princesa, aceitar esse facto para mim é como deitar as armas por terra. Eu não quero desistir, não quero mesmo mas na maior parte das vezes tudo vota a favor disso.
Ontem, mais uma vez, magoaste-me. Outra e outra vez.
Estás-me a mostrar a parte que me era um pouco desconhecida e é desse teu lado que eu tenho medo. Sim, tenho mesmo muito medo.
Tu sabes o que dizes e se não sabes devias saber porque eu não sou uma boneca de borracha como agora se fazem, dou daquelas mais antigas de porcelana que se partem com facilidade em mil pedacinhos. Sou uma dessas bonecas frágeis e com medo de enfrentar o mundo quando o seu boneco muda de lugar na prateleira.
Hoje sonhei mais uma vez contigo, não foi um sonho bom, não foi.
Ás vezes ponho-me a imaginar o momento em que me vais beijar e dizer que me amas. O momento em que eu te vou abraçar com toda a força do mundo e dizer que nunca mais te quero largar.
Cada vez tornas essa imagem na minha cabeça mais fosca, menos visível.
Menos transparente...
Sabes idiota, amar como eu te amo ninguém te vai amar.
Eu sei que me amas, mas que não me amas mais como antigamente. Sei que me queres deixar de amar. Sim vitor, vou mesmo embora porque aqui eu não consigo ficar.
És tudo o que eu mais quero, tudoooooooooooooooooooooooooooooooooo e continuo a não saber viver sem ti

Sem comentários:

Enviar um comentário

diz o que te vier a cabeça, é quando saem as melhores frases.